De uma subjectividade que enebria o leitor atento.
Muitos dos seus escritos rezam a profundidade dos seus pensamentos, ora mais curtos, ora mais longos...
Os seus pensamentos enxamearam os seus espaços em frases curtas...
E viveram muito tempo expostos ao sabor da curiosidade dos seus clientes...
Os manuscritos do Sérgio proliferam em arquivos conservados...
E se os recantos, os tectos, são expressão de um viver....
As paredes do Fojo traduzem alguma da sua obra ...
São muitos os seus escritos e eles resultam de experiências de vida, de vivências extremas , aprofundadas nos recantos de uma solidão optada...
A história dos seus espaços de arte e conviver, acompanha a dos seus escritos... das suas máximas... dos registos de pensamentos!
E se o Sérgio compõe e canta e essa imagem se repete no tempo...
E ressoa em cantigas de sua autoria.
Com a sua voz que entoa...
Enquanto o Sérgio vai cantando "Os tasquinhos de Fão","Tão velhinho este Fão","As lavadeiras" "Fonte Boa", "Gosto de Apúlia", "Tenho saudades de Esposende"....
E os reflexos escurecidos pela noite que desliza...
E se a luz se vai desiquilibrando com a inspiração do ambiente...
Vinho branco, gelo bastante, limonada, sumo de laranja, cerveja, açúcar amarelo q.b., licores e outros acrescentos...
A sangria, que de batismo se apelidou de "Nortada" vai refrescando repetidamente os visitantes.
La fora o cenário pitoresco e a lembrar o "survivor" envolve e romanceia o ambiente...
E enquanto o Sérgio canta " Capelinha da Senhora da Bonança"...
O malte e outros nectares pululam por entre a ordem anarquisada de prateleiras...